segunda-feira, 2 de agosto de 2021

thumbnail

DIABETES: O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE A DOENÇA

 

DIABETES: O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE A DOENÇA


diabetes é uma síndrome metabólica de origem múltipla, decorrente da incapacidade do pâncreas produzir o hormônio insulina.

O papel do hormônio insulina é reduzir a glicemia, permitindo que o açúcar que está presente no sangue possa penetrar dentro das células, para ser utilizado como fonte de energia.

A falta e/ou inabilidade da insulina efetuar corretamente os seus efeitos causam um aumento do açúcar (glicose) no sangue e, consequentemente, o diabetes.



Mas, quantos tipos de Diabetes existem?

Diabetes Tipo 1

Diabetes Tipo 1 – também conhecido como diabetes insulinodependente, diabetes infanto-juvenil e diabetes imunomediado – atinge  cerca de 5 a 10% dos pacientes diagnosticados com a doença.

Tipo 1, geralmente, aparece na infância ou adolescência, mas também pode ser diagnosticado em adultos.

Nesse tipo de diabetes, a produção de insulina do pâncreas é insuficiente, pois suas células sofrem o que chamamos de destruição autoimune.

Os portadores de diabetes tipo 1 necessitam injeções diárias de insulina para manterem a glicose no sangue em valores normais. Há risco de vida se as doses de insulina não são dadas diariamente.

O tratamento é sempre realizado com insulina, medicamentos,  e atividades físicas. Essas ações ajudam a controlar o nível de glicose no sangue.

Pré-diabetes

termo pré-diabetes é usado para indicar os pacientes que possuem potencial para desenvolver a doença.

É tido como um estado intermediário entre a condição saudável e o Diabetes Tipo 2. Já que para o Tipo 1 não existe pré-diabetes, pois a pessoa já nasce com uma inclinação genética, com a possibilidade de desenvolver a doença em qualquer fase da vida.

O termo pré-diabetes é usado para os pacientes que possuem os níveis de glicose no sangue mais altos do que o normal, mas que ainda não são suficientes para serem classificado como pertencente ao grupo de diabetes Tipo 2.

Ser classificado com pré-diabetes significa que o paciente possui a oportunidade de reverter o quadro e retardar a evolução para a doença e suas complicações.

Algumas ações podem ser adotadas na busca por reverter o quadro do pré-diabetes. Elas são:

Diabetes tipo 2

O Diabetes Tipo 2 é uma combinação de duas condições: a redução da secreção de insulina e a resistência à insulina. Ele também é chamado de diabetes não insulinodependente ou diabetes do adulto e corresponde a 90% dos casos de diabetes.

Ocorre geralmente em pessoas obesas com mais de 40 anos de idade, embora na atualidade se vê com maior frequência em jovens em virtude de maus hábitos alimentares, sedentarismo e estresse da vida urbana.

Nesse tipo de diabetes, encontra-se a presença de insulina, porém sua ação é dificultada pela obesidade, o que é conhecido como resistência insulínica, uma das causas de hiperglicemia.

Por ser pouco sintomática, o diabetes Tipo 2 na maioria das vezes permanece por muitos anos sem diagnóstico e sem tratamento, o que favorece a ocorrência de suas complicações no coração e no cérebro.

O Tipo 2 aparece quando o organismo não consegue mais usar corretamente a insulina que produz ou a falta de produção suficiente para controlar a taxa de glicemia.

O Diabetes Tipo 2 atinge cerca de 90% das pessoas diagnosticadas com a doença. Ela se manifesta em sua maioria nos adultos.

De acordo com a gravidade da doença ela pode ser controlada com a realização de atividades físicas ou pelo planejamento alimentar. Já em alguns casos, é necessário o uso de insulina e outros medicamentos com a finalidade de controlar a glicose.

Diabetes gestacional

Diabetes Gestacional é o aumento da resistência à ação da insulina durante a gestação. Essa resistência leva ao aumento dos níveis de glicose no sangue, que são diagnosticados pela primeira vez na e podem ou não persistir após o parto.

Durante a gravidez, a placenta é uma importante fonte de hormônios que reduzem a ação da insulina e são responsáveis pela captação e utilização da glicose pelo corpo.

A fim de compensar esse quadro o pâncreas aumenta a produção de insulina, o que causa o diabetes gestacional.

A elevação da glicose elevada no sangue durante a gravidez é denominada de diabetes gestacional. Geralmente, a glicose no sangue se normaliza após o parto.

No entanto, as mulheres que apresentam ou apresentaram diabetes gestacional possuem maior risco de desenvolverem diabetes Tipo 2 tardiamente, o mesmo ocorrendo com os filhos.

Ao ser exposto a grandes quantidades de glicose o bebê fica suscetível a maiores riscos de crescimento excessivo (macrossomia fetal) e, consequentemente, partos traumáticos, hipoglicemia neonatal e até de obesidade e diabetes na vida adulta.

A causa exata desse tipo de diabetes ainda não foi identificada. Mas, ele se relaciona ao desenvolvimento de resistência à insulina, por parte da paciente.


Sintomas de Diabetes



Os principais sintomas do diabetes são vontade frequente de urinar, fome e sede excessiva e emagrecimento. Esses sintomas acontecem em decorrência da produção insuficiente de insulina ou da incapacidade de a insulina exercer adequadamente sua ação, causando assim um aumento da glicose no sangue.

Confira a seguir os sintomas característicos de cada tipo de diabetes.

Sintomas de pré-diabetes

O pré-diabetes é a situação clínica que precede o diagnóstico do diabetes tipo 2. Geralmente não é acompanhada de sintomas. Por isso, é uma condição de saúde que muitas vezes não é diagnosticada.

No entanto, se o indivíduo apresentar ganho de peso, ter casos de diabetes na família, ingerir uma dieta rica em alimentos hipercalóricos e for sedentário, é importante procurar orientação médica para investigar como estão os níveis de glicose no sangue.

Sintomas de diabetes tipo 1

Pessoas com diabetes tipo 1 podem apresentar os seguintes sintomas:

Vontade frequente de urinar

Fome excessiva

Sede excessiva

Emagrecimento

Fraqueza

Fadiga

Nervosismo

Mudanças de humor

Náuseas

Vômito

O diabetes tipo 1 pode ocorrer por uma herança genética em conjunto com infecções virais. A doença pode se manifestar em qualquer idade, mas é mais comum ser diagnosticada em crianças, adolescentes ou adultos jovens.

Sintomas de diabetes tipo 2

Pessoas com diabetes tipo 2 não apresentam sintomas iniciais e podem manter a doença assintomática por muitos anos.

Porém, devido a uma resistência à insulina causada pela condição de saúde é possível manifestar os seguintes sintomas:

Fome excessiva

Sede excessiva

Infecções frequentes (como de bexiga, rins e pele)

Feridas que demoram para cicatrizar

Alteração visual (visão embaçada)

Formigamento nos pés

Furúnculos

Qualquer indivíduo pode manifestar diabetes tipo 2. Contudo, ter idade acima de 45 anos, apresentar obesidade ou sobrepeso e ter histórico familiar de diabetes tipo 2 podem aumentar o risco de ter a doença.

Sintomas de diabetes gestacional

O diabetes gestacional, na maioria das vezes, não causa sintomas e o quadro é descoberto durante os exames periódicos. Porém, devido ao aumento da glicemia durante a gravidez é possível manifestar os seguintes sintomas:

Fome excessiva

Sede excessiva

Vontade frequente de urinar

Visão turva

Toda e qualquer mulher pode manifestar o diabetes gestacional. Entretanto, ter histórico familiar de diabetes, excesso de peso antes da gravidez e ganho de peso durante a gestação podem favorecer o quadro.

diagnostico de diabete

O diagnóstico laboratorial pode ser feito de três formas e, caso positivo, deve ser confirmado em outra ocasião. São considerados positivos os que apresentarem os seguintes resultados:

1) glicemia de jejum > 126 mg/dl (jejum de 8 horas)
2) glicemia casual (colhida em qualquer horário do dia, independente da última refeição realizada (> 200 mg/dl em paciente com sintomas característicos de diabetes.
3) glicemia > 200 mg/dl duas horas após sobrecarga oral de 75 gramas de glicose.

Existem ainda dois grupos de pacientes, identificados por esses mesmos exames, que devem ser acompanhados de perto pois tem grande chance de tornarem-se diabéticos. Na verdade esses pacientes já devem ser submetidos a um tratamento preventivo que inclui mudança de hábitos alimentares, prática de atividade física ou mesmo a introdução de medicamentos. São eles:

(a) glicemia de jejum > 110mg/dl e < 126 mg/dl.
(b) glicemia 2 horas após sobrecarga de 75 gr de glicose oral entre 140 mg/dl e 200 mg/dl

O diagnóstico precoce do diabetes é importante não só para prevenção das complicações agudas já descritas, como também para a prevenção de complicações crônicas.

A Importância do Acompanhamento Médico


É importante que o paciente compareça às consultas regularmente, conforme a determinação médica, nas quais ele deverá receber orientações sobre a doença e seu tratamento. Só um especialista saberá indicar de forma correta:

• a orientação nutricional adequada,
• como evitar complicações,
• como usar insulina ou outros medicamentos,
• como usar os aparelhos que medem a glicose (glicosímetros) e as canetas de insulina,
• fornecer orientações sobre atividade física,
• fornecer orientações de como proceder em situações de hipo e de hiperglicemia.

Esse aprendizado é fundamental não só para o bom controle do diabetes como também para garantir autonomia e independência ao paciente. É muito importante que ele realize suas atividades de rotina, viajar ou praticar esportes com muito mais segurança. É importante o envolvimento dos familiares com o tratamento do paciente diabético, visto que, muitas vezes, há uma mudança de hábitos, requerendo a adaptação de todo núcleo familiar.


 click no link abaixo e  receba inteiramente gratis o primeiro capitulo do ebook: 

click aqui e baixe agora!!

Subscribe by Email

Follow Updates Articles from This Blog via Email

No Comments

About

Pesquisar este blog

Arquivo do blog

Tecnologia do Blogger.