sexta-feira, 6 de agosto de 2021

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sinais que podem indicar colesterol alto

 

sinais que podem indicar colesterol alto

Os sintomas de colesterol alto, em geral, não existem, só sendo possível identificar o problema através do exame de sangue. Porém, o excesso de colesterol pode levar a um depósito de gordura no fígado, o que, em algumas pessoas, pode gerar sinais como:

1.     Bolinhas de gordura na pele, conhecido como xantelasma;

2.     Inchaço do abdômen sem razão aparente;

3.     Aumento da sensibilidade na região da barriga.

O xantelasma forma-se nos tendões e na pele e é caracterizado pelo surgimento de carocinhos de diversos tamanhos, geralmente rosados e com bordas bem definidas. Eles aparecem em grupos, numa determinada região, como no antebraço, nas mãos ou em volta dos olhos, como mostra a imagem:

 

O inchaço abdominal e a sensibilidade nessa região normalmente são provocados pelo aumento do fígado e do baço que ocorre quando as concentrações de triglicerídeos no sangue atingirem valores próximos ou superiores a 800 mg/dl de sangue, podendo até produzir outros sintomas como dor abdominal intensa e náuseas frequentes.

Como os níveis de colesterol têm que estar muito altos para o surgimento destes sintomas, na maioria das vezes a pessoa nem sabe que está com colesterol alto, o que facilita a sua progressão.

Como confirmar se é colesterol alto

A única maneira fiável de confirmar se o colesterol está alto ou não, é através de um exame de sangue para avaliar as quantidades de colesterol total, ruim, bom e triglicerídeos. Esse exame é relativamente simples e pode ser feito com jejum de até 12 horas, sendo importante informar ao laboratório se está ou não de jejum antes de realizar o exame.


O que causa o colesterol alto

A principal causa do colesterol alto é ter uma alimentação pouco saudável, rica em alimentos com gordura como queijos amarelos, embutidos, frituras ou produtos industrializados, o que faz com que o colesterol no sangue aumente muito rápido, não permitindo que o corpo o elimine adequadamente.

No entanto, a falta de exercício físico ou os hábitos de vida pouco saudáveis como o cigarro ou o consumo de álcool também aumentam o risco de ter mais colesterol ruim.

Além disso, existem ainda pessoas que sofrem com colesterol alto hereditário que acontece mesmo quando têm cuidado com a alimentação e fazem exercício físico, estando relacionado com uma tendência genética para a doença e que, normalmente, também afeta outros membros da família.

Como se trata o colesterol alto

A melhor forma de reduzir o colesterol alto e evitar o uso de remédios é fazer atividade física regularmente e ter uma alimentação saudável, pobre em gorduras e com bastantes frutas e legumes. Além disso, também existem alguns remédios caseiros que podem ajudar a desintoxicar o corpo e o fígado, eliminando o excesso de colesterol, como o chá-mate ou de alcachofra, por exemplo. 

No entanto, existem casos em que é muito difícil reduzir o colesterol e, por isso, o médico pode receitar o uso de alguns remédios para colesterol, como Sinvastatina ou Atorvastatina, que ajudam o corpo a eliminar o colesterol, especialmente em casos de colesterol alto hereditário. .

É importante baixar o colesterol alto porque ele pode ter graves consequências para a saúde que incluem aterosclerose, pressão alta, insuficiência cardíaca e infarto.

Embora muitas pessoas achem o colesterol uma substância maléfica, ele é primordial para o funcionamento do corpo humano. Para isso, no entanto, seus níveis devem estar sempre controlados. Confira, abaixo, 10 Coisas que Você Precisa Saber sobre Colesterol:

 

1.     Colesterol é necessário ao organismo – O colesterol é um tipo de gordura que faz parte da estrutura das células do cérebro, nervos, músculos, pele, fígado, intestinos e coração. Ele é essencial para o funcionamento destas células. É importante para a formação de hormônios de vitamina D e até ácidos biliares, que ajudam na digestão das gorduras da alimentação.

2.     O excesso de colesterol ruim é que causa infarto e AVC (Acidente Vascular Cerebral) –  O colesterol  no sangue  circula ligado a lipoproteínas chamadas de colesterol bom (HDL) e colesterol ruim (LDL). O excesso de LDL é que está associado às doenças cardíacas. O excesso de colesterol bom (HDL), por outro lado, até protege das doenças cardíacas. Por isso, quando medimos o colesterol total no sangue, precisamos sempre saber o quanto se deve ao colesterol bom e o quanto se deve ao ruim. Só o ruim precisa ser tratado.

3.     O excesso de colesterol ocorre por fatores genéticos e alimentares – Cerca de 70% do colesterol no sangue vem do fígado e apenas 30% vêm da alimentação. Depois de passar pela circulação sanguínea, o colesterol precisa ser removido novamente pelo fígado para formar bile. Os níveis de colesterol no sangue dependem, portanto, principalmente da capacidade do fígado em removê-lo. Isso varia de pessoa para pessoa.

4.     Pessoas magras podem ter colesterol alto – É importante saber que ter excesso de peso não significa ter colesterol alto. Pessoas magras também têm colesterol alto. Isso porque os níveis de colesterol no sangue dependem muito mais da taxa de remoção do colesterol pelo fígado, que é genética. Se você tem um parente de primeiro grau (por exemplo: pai, mãe, irmãos) com colesterol alto, sua chance de ter colesterol alto é maior.

5.     O colesterol ruim forma placa de ateroma – O excesso de LDL (colesterol ruim) causa doenças vasculares porque se deposita, sem dar sintomas, na parede interna das artérias e gradualmente vai formando uma placa chamada ateroma. Estes ateromas vão obstruindo gradualmente as artérias e podem acabar causando Infarto agudo do miocárdio e AVC.

6.     Importante controlar os outros fatores de risco – Leva muitos anos para uma placa de ateroma se desenvolver e, com isso, provocar infarto ou AVC. Quanto mais avançada a idade, maior o risco. É muito importante então, manter também os outros fatores de risco tradicionais bem controlados. Além dos níveis de LDL, é preciso controlar a glicose, a pressão, parar de fumar e reduzir o peso, quando excessivo.

7.     É importante o estilo de vida saudável – O estilo de vida é muito importante na redução do risco de infarto e AVC. Evitar o  sedentarismo, evitar comer alimentos com gordura saturada e evitar fumar são medidas importantes a serem seguidas. Os alimentos que mais aumentam o colesterol são a gema dos ovos, o bacon, a pele da carne das aves, a manteiga, o creme de leite, a nata, as frituras, as salsichas, e embutidos e a carnes.

8.     Todos acima de 10 anos devem dosar o colesterol – Todos os adultos e crianças acima de 10 anos devem dosar o colesterol e suas frações pelo menos uma vez. Se elevados, deve-se consultar um endocrinologista para definir o risco cardiovascular individual e planejar um tratamento adequado.

9.     O tratamento é preventivo e permanente – O tratamento do colesterol deve ser preventivo e para a vida toda. O objetivo é reduzir o risco cardiovascular. Não adianta tratar por um período e depois abandonar o tratamento, pensando em cura. Na verdade não se busca uma cura e sim um controle que pode ser feito por medidas de estilo de vida ou medicamentos.

10.                       O tratamento reduz mortalidade – As estatinas são as medicações mais importantes no controle do colesterol. O tratamento adequado reduz a mortalidade. A cada 40mg/dL de colesterol LDL reduzido, a mortalidade por infarto se reduz em 20%. Portanto, quanto mais alto o colesterol, mais importante é o tratamento.

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